LUTO l Oscar Schmidt, maior ídolo do basquete brasileiro, morre em SP aos 68 anos

O ex-jogador Oscar Schmidt, considerado o maior ídolo da história do basquete brasileiro, morreu nesta sexta-feira (17), aos 68 anos, em Santana de Parnaíba.

Conhecido como “Mão Santa” e eterno camisa 14 da Seleção Brasileira de Basquete, Oscar passou mal em casa e foi levado ao Hospital e Maternidade Municipal Santa Ana, mas já chegou ao local sem vida, após parada cardiorrespiratória. A causa da morte não foi divulgada.

Em nota, a família lamentou a perda e destacou a trajetória marcante do ex-atleta, que enfrentou por anos um tumor cerebral com coragem e resiliência. O velório e o enterro serão reservados a familiares e amigos.

Carreira histórica

Nascido em Natal, Oscar Schmidt construiu uma das carreiras mais brilhantes do esporte mundial. Ele disputou cinco edições dos Jogos Olímpicos e se tornou o maior pontuador da história da competição, com mais de mil pontos.

Ao longo da carreira, somou mais de 49 mil pontos, sendo por muitos anos o maior cestinha da história do basquete. Também integrou o Hall da Fama da NBA e da Federação Internacional de Basquete (Fiba), mesmo sem atuar na liga americana.

Entre suas conquistas mais marcantes está o ouro no Pan-Americano de 1987, quando a seleção brasileira venceu os Estados Unidos em Indianápolis.

Legado

Oscar foi um dos principais responsáveis por popularizar o basquete no Brasil, inspirando gerações de atletas e fãs do esporte.

O Comitê Olímpico do Brasil lamentou a morte e destacou que o atleta representou valores como dedicação, superação e respeito, deixando um legado que ultrapassa as quadras.

Ele deixa esposa e dois filhos.

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Redação GNMT