Seis pessoas são presas suspeitas de sequestrar e torturar dois homens em MT

Seis pessoas foram presas suspeitas de sequestro, tortura e tentativa de homicídio na segunda-feira (30), em Sinop. Durante a ação, dois homens foram resgatados de um cárcere privado. Um sétimo suspeito morreu após confronto com a Polícia Militar.

De acordo com a PM, a ocorrência teve início após denúncia de que um homem havia sido sequestrado em um posto de combustível no Setor Industrial da cidade. Os suspeitos estariam utilizando dois veículos, um branco e outro vermelho.

Durante as buscas, os policiais localizaram o carro branco. O motorista tentou fugir em alta velocidade, entrou em um bairro residencial e acabou colidindo contra dois veículos. Ele foi detido, mas nada de ilícito foi encontrado com ele naquele momento.

Na sequência, equipes da Força Tática e do Grupo de Apoio (GAP) identificaram que o segundo veículo havia entrado em uma residência no bairro Vila Juliana. Ao perceberem a presença policial, os suspeitos fugiram. Um deles chegou a atirar contra os militares, que revidaram, mas ele conseguiu escapar inicialmente.

Vítimas amarradas e com sinais de tortura

Dentro do imóvel, os policiais encontraram dois homens amarrados e com sinais de tortura. Uma das vítimas relatou que havia sido sequestrada no domingo (29), enquanto a outra afirmou ter sido levada poucas horas antes.

Em continuidade às diligências, quatro homens e duas mulheres foram localizados e detidos em casas próximas. Segundo a polícia, três deles confessaram participação direta no crime. Um revólver também foi apreendido.

Com apoio da equipe da Raio, os policiais localizaram outro suspeito escondido em uma residência. Conforme a PM, ele apontou uma arma para os militares, que reagiram. O homem, identificado como Luiz Henrik da Silva Silveira, de 18 anos, foi baleado, socorrido pelo Corpo de Bombeiros, mas morreu após dar entrada no hospital.

Os suspeitos presos foram encaminhados à delegacia junto com os veículos e a arma apreendida. O caso segue sob investigação da Polícia Civil.

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Redação GNMT