Empresário afirma que chegou a considerar deixar o país diante das incertezas econômicas, mas decidiu permanecer, manter sua confiança no Brasil e participar da construção de um novo cenário político.
O empresário Odílio Balbinotti, primeiro suplente do senador eleito José Medeiros e coordenador da campanha de Flávio Bolsonaro em Mato Grosso, afirmou que mantém a esperança em um futuro de crescimento e prosperidade para o Brasil. Em entrevista à imprensa, em Cuiabá, ele revelou que chegou a considerar a possibilidade de deixar o país diante das instabilidades econômicas dos últimos anos, mas decidiu permanecer e apostar em uma mudança de cenário.
Com trajetória ligada ao agronegócio e à geração de empregos, Balbinotti associou sua decisão à confiança no potencial econômico brasileiro e à expectativa de que uma eventual gestão de Flávio Bolsonaro na Presidência da República possa abrir novas perspectivas para o setor produtivo e para a população.
“Eu vou ficar aqui, e acredito que nós vamos mudar este país”, declarou o empresário.
A decisão de permanecer no Brasil também acompanha uma participação mais ativa de Balbinotti no cenário político. Além de integrar a chapa de José Medeiros como primeiro suplente, ele assumiu a coordenação da campanha presidencial de Flávio Bolsonaro em Mato Grosso, ampliando seu envolvimento com o projeto político que defende para o país.
A experiência no setor empresarial é um dos elementos que Balbinotti leva para essa atuação. Ligado à ATTO, empresa do agronegócio com atuação em Mato Grosso, ele construiu sua trajetória em um segmento diretamente relacionado à produção agrícola, aos investimentos e ao desenvolvimento econômico.
Durante a entrevista, Balbinotti também relacionou suas expectativas ao resultado das eleições para o Senado em Mato Grosso. Para ele, a eleição de José Medeiros representa parte de um movimento político que poderá ganhar continuidade com uma eventual vitória de Flávio Bolsonaro à Presidência.
Apesar das dificuldades que o levaram a considerar a possibilidade de viver fora do Brasil, o empresário afirmou ter escolhido permanecer no país. Sua decisão, segundo relatou, está associada à expectativa de um novo ciclo de desenvolvimento econômico e à confiança de que o Brasil ainda pode oferecer melhores oportunidades para quem trabalha, produz e investe.