Operação "Contragolpe" prende suspeitos de assassinar policial penal em MT

SUB-TÍTULO: Polícia cumpre três mandados de prisão e três de busca após investigar morte de agente em novembro. Crime foi motivado por discussão em confraternização e teve espancamento violento.

VÁRZEA GRANDE (MT) – A Polícia Civil deflagrou na manhã desta quarta-feira (17) a Operação "Contragolpe", para cumprir três mandados de prisão temporária e três de busca e apreensão contra investigados pelo homicídio do policial penal José Arlindo da Cunha, 55 anos, ocorrido no dia 22 de novembro, no bairro Marajoara, em Várzea Grande.

O crime aconteceu por volta das 22h30 do dia 22 de novembro, quando várias pessoas foram até a residência onde o policial penal estava. Ao ser chamado no portão, José Arlindo foi alvejado por disparos de arma de fogo e, em seguida, violentamente espancado, morrendo no local.

A motivação teria sido uma discussão anterior durante uma confraternização na casa de outra pessoa. Em legítima defesa, a vítima ainda conseguiu efetuar disparos que atingiram um dos agressores, Rivaldo Caetano da Silva, que também morreu no local após ser socorrido.

Após o crime, os executores subtraíram a arma do policial, que foi encontrada no dia seguinte, jogada em uma área de mata no bairro Santa Izabel, também em Várzea Grande.

Com o avanço das investigações da Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), os policiais identificaram outros três envolvidos que participaram das agressões físicas que resultaram na desfiguração e morte da vítima.

Os mandados, decretados pela 1ª Vara Criminal de Várzea Grande, foram cumpridos todos na cidade. A operação busca ainda recuperar mais evidências e esclarecer a dinâmica completa do crime, que chocou a região.

A Polícia Civil reforça que as investigações continuam e que a operação marca um avanço significativo na elucidação do caso, que envolveu extrema violência e a morte de dois indivíduos no mesmo episódio.

 

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Redação GNMT