Aluno aparece em vídeo manuseando arma e causa pânico em escola particular de MT

Imagens foram enviadas para grupo de estudantes e assustaram pais; caso foi comunicado à polícia

Um vídeo gravado por um aluno de apenas 10 anos manuseando uma arma de fogo gerou grande preocupação entre pais e alunos de uma escola particular em Cuiabá (MT). As imagens passaram a circular em grupos de mensagens e rapidamente causaram pânico entre responsáveis e estudantes.

Nas gravações, o menino aparece manuseando uma pistola e colocando munição no carregador, realizando movimentos semelhantes aos de preparação para disparo. O vídeo foi enviado para colegas da escola acompanhado de uma mensagem escrita pelo próprio aluno: “Acho que não posso ficar louco um dia.”

Vídeo circulou entre alunos e pais

Após o conteúdo ser compartilhado em grupos de mensagens, diversos pais relataram preocupação com a segurança dentro da escola e procuraram a direção da instituição. Alguns responsáveis afirmaram ter ficado em choque ao ver as imagens de uma criança manipulando uma arma de fogo.

Escola afirma que vídeo não foi gravado na unidade

A direção da escola informou que o vídeo não foi gravado dentro da instituição de ensino. Após tomar conhecimento da situação, a escola entrou em contato com a família do estudante e informou que o aluno foi afastado das atividades escolares.

Segundo as informações divulgadas, os pais do menino seriam atiradores esportivos, com participação em competições de tiro. No entanto, não foi confirmado onde exatamente o vídeo foi gravado.

Caso foi comunicado às autoridades

O episódio também foi comunicado ao Núcleo de Acompanhamento das Escolas Públicas e Privadas, ligado à Secretaria de Segurança Pública de Mato Grosso, que acompanha situações de risco em ambientes escolares.

Pais de alunos registraram boletim de ocorrência, e o caso deve ser analisado pela Polícia Civil para verificar se houve omissão de cautela, crime previsto no Estatuto do Desarmamento quando responsáveis permitem que menores tenham acesso a armas de fogo.

Enquanto isso, a escola orientou que o vídeo não seja mais compartilhado, já que as imagens mostram o rosto do menor. 

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Redação GNMT