O Governo de Mato Grosso arrecadou R$ 8,5 bilhões em impostos e receitas próprias nos primeiros 45 dias de 2026, segundo dados divulgados pela Secretaria de Fazenda do estado. O montante representa desempenho considerado positivo diante do cenário econômico atual e reforça a capacidade de arrecadação do estado no período.
De acordo com o balanço arrecadatório, o valor inclui tributos como ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços), IPVA (Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores) e outras receitas tributárias que integram o orçamento estadual. A soma também engloba receitas de fontes diversas, como taxas e contribuições vinculadas a serviços públicos.
A Secretaria de Fazenda observou que o crescimento na arrecadação está relacionado a fatores como:
Incremento na atividade econômica, com destaque para setores como agronegócio, indústria e comércio;
Melhoria na eficiência da fiscalização e na administração tributária;
Reajustes de faixas de cobrança e atualização de bases de cálculo de alguns tributos.
Segundo o governo, a arrecadação registrada no início de 2026 superou as expectativas iniciais e confere maior folga fiscal ao estado para planejar despesas e investimentos ao longo do ano.
O secretário de Fazenda explicou que os recursos arrecadados serão destinados ao custeio das áreas essenciais da administração pública, com foco em:
Saúde
Educação
Segurança Pública
Infraestrutura
Apoio a programas sociais
O executivo estadual ressaltou que parte da arrecadação também será utilizada para compromissos financeiros e pagamento de servidores, garantindo o equilíbrio das contas públicas.
Embora o levantamento ainda não tenha sido totalmente consolidado, dados preliminares indicam que a arrecadação dos primeiros meses deste ano mostra crescimento em comparação com o mesmo período de anos anteriores, sinalizando tendência de expansão da base tributária estadual.
Especialistas em economia consultados por veículos de comunicação avaliam que o desempenho pode refletir, em parte, a melhora na atividade econômica do estado, associado a estratégias de monitoramento fiscal e estímulo a setores produtivos.
Lideranças do governo e representantes do setor produtivo afirmam que a expectativa é que a arrecadação continue estável ou em crescimento ao longo do ano, desde que não ocorram choques econômicos relevantes ou quedas abruptas em setores importantes para a economia local.
O secretário de Fazenda também destacou que a manutenção de um ambiente favorável aos negócios e o aperfeiçoamento de mecanismos de cobrança e fiscalização são fatores fundamentais para sustentar os resultados obtidos.